quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Hino da Skol

Ouviram num boteco um berro mágico
De um bêbado, um pedido refrescante
A Skol da liberdade em raios fúlgidos
Brilhou na mão do dono nesse instante

Se o Senhor, tiver vontade
Vem beber com a gente até ficar de porre
Copo Cheio, e liberdade
Aprecie este líquido a vontade

O Skol amada, idolatrada,
Salve, Salve

Bebendo todo dia desse líquido
Tem vezes que parece, a terra desce
Meu Deus do céu, só penso nesse líquido
Não existe nada mais que me interesse

Gigantes depois de três, que beleza
Chorão depois da décima e tristeza
No dia seguinte dor de cabeca
Skol dourada

Entre outras mil, és tu Skol
Cerveja amada.

Dos filhos deste bar és mãe, gentil
A Skol do meu Barril.

Sentado eternamente em bar esplendido
Falando sobre a vida de um pingunco
Saiu daqui e foi beber na América
Bebeu cerveja de primeiro mundo.

Mas a terra, parece um imã
Caiu de cara num jardim cheio de flores.
Mijou no poste, de uma vila
Apanhou do guarda e foi dormir cheio de dores

O Skol amada, idolatrada
Salve, Salve

Saiu pela manhã buscando o líquido
Que o sustenta todo dia alcoolizado
Se em teu formoso bar tiver o líquido
Fará a felicidade de um coitado.

Por mais que a cerveja seja forte
Verás que um bêbado nao foge a luta.
Eu sei que vou beber até a morte,
Skol dourada.
Entre outras mil, és tu Skol
Cerveja amada.

Dos filhos deste bar és mãe, gentil
A Skol do meu Barril.

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