quinta-feira, 4 de setembro de 2008

FILOSOFANDO SOBRE A MERDA

A palavra MERDA pode mesmo ser considerada um curinga da literatura nacional. Para sustentar essa afirmativa, seguem alguns exemplos:

* Como indicação geográfica: Onde fica essa merda?
* Como indicação de sentido: Vá à merda!
* Como indicação de horário: 18:00h: vou embora desta merda.
* Como qualificativo: Você é um merda!
* Como indexador monetário: Você não vale uma merda!
* Como indicador salarial: Trabalho e não ganho merda nenhuma!
* Como qualificação profissional: Ele só faz merda.
* Como indicativo de MBA: Ele faz MUITA merda.
* Como sinônimo de covardia: Seu MERDA!
* Como questionamento dirigido: Fez merda, né?!
* Como indicador visual: Você não se enxerga merda nenhuma!
* Como sensação olfativa: Isto está me cheirando a merda...
* Como elemento de dúvida: Por que você não vai à merda?
* Como especulação de conhecimento e surpresa: Que merda é essa?
* Como indicador natalino: Não ganhei merda nenhuma de presente!
* Como indicador de admiração: Puta Merda!
* Como indicador de rejeição: Puta Merda...
* Como indicador de indignação: Puta que la Merda!!!
* Como auxiliar de aceleração: Rápido com essa merda!
* Como indicador de espécie: O que esse merda pensa que é?
* Como indicador de continuidade: Na mesma merda de sempre.
* Como indicador de desordem: Tá tudo uma merda!
* Como toque de Midas: Tudo o que ele toca vira merda!
* Como aplicativo de resultado: Só podia dar merda!

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